A debandada de técnicos após eliminações na Copa
A Copa do Mundo de 2026 provocou uma dança das cadeiras entre os técnicos das seleções eliminadas. O Mundial chegou, nesta quarta-feira, 1, a sete saídas de treinadores, a mais recente delas a de Sebastián Beccacece, que se despediu do Equador após a derrota para o México no mata-mata de terça-feira, 30.
Antes dele, Ronald Koeman também deixou o comando da Holanda após a eliminação para o Marrocos. A lista inclui ainda Sabri Lamouchi, da Tunísia, Steve Clarke, da Escócia, Hong Myung-Bo, da Coreia do Sul, Miroslav Koubek, da Tchéquia, e Marcelo Bielsa, do Uruguai.
O número pode crescer nos próximos dias. Após a eliminação da Alemanha para o Paraguai, na segunda-feira, 29, Julian Nagelsmann passou a ser pressionado. O treinador negou que pretenda deixar o cargo, mas Bernd Neuendorf, presidente da Federação Alemã de Futebol, afirmou que a entidade fará uma revisão sobre o desempenho da seleção.
Apesar de curiosa, a dança das cadeiras não é novidade em Copas. O Mundial costuma marcar o fim de ciclo de seleções eliminadas, seja por contratos, pressão das federações ou desgaste após campanhas frustrantes. Em 2022, por exemplo, oito treinadores já haviam deixado seus cargos antes mesmo da decisão no Catar.
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