A estratégia da defesa de Marco Buzzi, ministro afastado do STJ
A defesa do ministro Marco Buzzi, afastado do STJ por suspeita de assédio sexual, levantou uma série de elementos para tentar apontar contradições nos depoimentos das vítimas e testemunhas.
Foram utilizados registros de catracas, mensagens de WhatsApp e vídeos de sessões, entre outras evidências, que iriam de encontro a versões apresentadas durante a instrução do processo.
Foi colocada em xeque, por exemplo, a folha de ponto da servidora que fez uma das acusações. Uma das testemunhas assinou sua presença em um período que ela não frequentou o tribunal.
Em outra situação, há divergência sobre o local — um corredor — onde teria ocorrido uma das investidas. Também há desacordo sobre a data de outro episódio.
O processo já entrou na fase final e deve ser julgado no segundo semestre.