A inspiração de masculinidade no bigode dos jogadores da seleção brasileira
Entra Copa, sai Copa e a seleção de cabelos e penteados dos jogadores de destaque, muitas vezes, tal como os goles marcados em partidas memoráveis. Ainda na ausência de uma cabeleira marcante na edição desse Mundial, a coluna GENTE já reforça outro aspecto do visual que virou tendência, ao menos entre os brasileiros: a ostentação do bigode.
A lista é grande: Rayan, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Ibañez, Marquinhos, Martinelli, Raphinha, Endrick e Éderson… Todos resolveram adotar o mesmo visual, um bigode, como bem comparou Ruy Castro, ao estilo Clark Gable (1901–1960), um dos maiores astros e galãs da “Era de Ouro” de Hollywood.
Aliás, não custa lembrar, Gable foi o responsável por imortalizar o ideal americano de masculinidade nas décadas de 1930 e 1940, estrelando mais de 60 filmes ao longo de 37 anos de carreira. O bigode fininho representou – e pelo visto ainda representa – muito do que eles querem passar. Confiança e um certo charme.
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