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A previsão do tempo em Nova Jersey para a hora da partida entre Brasil e Noruega

04 de Julho de 2026, 20:15 6 visualizações
A previsão do tempo em Nova Jersey para a hora da partida entre Brasil e Noruega

É desumano. E há uma certeza: os críticos da agora famosa parada para hidratação, que praticamente ampliou o futebol de dois para quatro intervalos, amanhã estarão arrependidos. O calor que fará no estádio de Nova Jersey Nova York na hora da partida entre Brasil e Noruega – 16 horas dos Estados Unidos, 17 horas no Brasil – imagina-se assustador: os termômetros estarão em 30 graus, com umidade de 70%. No pico, pode chegar a 34 graus, com sensação térmica de 39. É desumano. Não tão desumano quanto os 37 graus previstos para França e Paraguai, mas preocupante.

A Fifa pensou em adiar o jogo em uma hora, mas desistiu da ideia, porque interferiria na transmissão de outras partidas, e a política da cartolagem pressupõe não ter disputas simultâneas nas fases de mata-mata. Pode haver algum refresco, mas que também representa um problema: há expectativa de chuvas que pode vir a se transformar em tempestade, e nesse caso o embate seria momentaneamente interrompido, como já aconteceu na Filadélfia com França e Iraque.

Vista aérea de um estádio com cadeiras vermelhas e azuis em camadas, um campo de grama verde com marcações rosa e brancas, e um telão escuro no alto. O teto metálico e a estrutura de iluminação são visíveis acima das arquibancadas
Estádio de Houston, onde a canarinho enfrentou o Japão:  climatizadoFábio Altman/Arquivo pessoal

Quem derreterá antes em campo? Noruegueses ou brasileiros, ou ambos? O Brasil tem uma pequeníssima vantagem nesse aspecto. Entre a partida contra o Japão e o domingo, 5, terá tido seis dias de descanso. A Noruega, depois de ter batido a Costa do Marfim, cinco. Pouca diferença, claro – mas haja solão, haja saúde. Melhor seria mandar os jogos em arenas com ar condicionado, como a de Houston, Atlanta e Dallas. Sorte e privilégio têm os jornalistas, que nas cidades com jeitão de deserto do Saara, no verão americano, podem acompanhar as partidas de uma tribuna fechada, com vidro e climatização.

Visão de uma cabine de imprensa em um estádio de futebol, com um notebook aberto exibindo um texto e duas garrafas de bebida na bancada, enquanto o campo verde e as arquibancadas lotadas são visíveis através da janela
O privilégio dos jornalistas: tribuna com ar-condicionado na FiladélfiaFábio Altman/Arquivo pessoal
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