Além da camisa vermelha do Brasil: os problemas de seleções com seus uniformes
Brasil – A maior controvérsia surgiu com os rumores de que a camisa reserva da Seleção Brasileira poderia ser a de cor vermelha. A possibilidade gerou forte reação de torcedores, dirigentes e grupos políticos, que argumentaram que a mudança romperia com a identidade histórica da equipe. O debate extrapolou o futebol e ganhou conotações políticas, já que o vermelho é associado ao PT.
Haiti – A seleção haitiana precisou alterar detalhes de sua camisa após questionamentos da Fifa. O uniforme original fazia referência à batalha histórica da independência haitiana, mas elementos considerados de conteúdo político tiveram de ser modificados para atender às regras da entidade, que não permite tais manifestações nos estádios.
Irã – A seleção iraniana de Futebol chamou atenção por símbolos ligados à identidade nacional presentes no uniforme e também por gestos envolvendo a camisa durante as partidas. Alguns episódios foram interpretados politicamente por parte da imprensa internacional, aumentando a repercussão em torno da equipe.
Inglaterra – Uma polêmica inesperada surgiu quando a Nike admitiu um defeito de fabricação em diversos uniformes. As camisas apresentavam uma espécie de volume exagerado nos ombros, visível em seleções como a da Inglaterra, Uruguai e a própria seleção brasileira. O problema virou meme nas redes sociais e levou a empresa a reconhecer publicamente a falha estética.
Egito – A Fifa mandou a seleção egípcia tirar as seis estrelas presentes na camisa oficial. Hexa? Só o do Brasil.
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