Após 'efeito Messi', futebol virou negócio de US$ 23 bilhões nos EUA — mas por que não virou paixão?
15 de Junho de 2026, 06:00
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Durante décadas, o futebol ocupou um espaço recorrente no imaginário esportivo dos Estados Unidos: o de esporte prestes a alcançar uma posição central na cultura do país. A ideia remonta a 1913, quando Gustav Manning, então uma das principais autoridades da modalidade, afirmou ao jornal New York Times que o futebol poderia se tornar “o passatempo nacional do inverno”. Mais de cem anos depois, a previsão continua sendo debatida.
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