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‘Ele não vai fazer o que é melhor para mim, mas para a equipe’, diz Endrick sobre Ancelotti

02 de Julho de 2026, 20:40 0 visualizações
‘Ele não vai fazer o que é melhor para mim, mas para a equipe’, diz Endrick sobre Ancelotti

Endrick rasgou elogios ao treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, com quem trabalhou também na sua temporada de estreia no Real Madrid. O atacante descreveu como “maravilhosa” a convivência com o italiano e sua equipe, e afirmou que “parece que ele é iluminado; tudo o que ele faz dá certo”. 

Em coletiva de imprensa nesta quinta, 2, Endrick destacou o bom relacionamento com o treinador, desde o Real Madrid, quando Ancelotti ainda comandava os blancos antes de assumir o cargo na seleção brasileira. 

“O Mister foi meu primeiro treinador quando cheguei na Europa, e foi uma das melhores experiências tê-lo como mentor naquele momento. Pude aprender muito com ele e com seu staff, que é muito bom. Aqui na Seleção não está sendo diferente. Não houve encaixe melhor do que ter o Ancelotti como treinador do Brasil para acolher o grupo e fazer a equipe evoluir cada vez mais, que é o que está acontecendo nesta Copa”, disse Endrick.

Aos 19 anos e em sua primeira Copa do Mundo, Endrick é um dos nomes mais pedidos pela torcida brasileira. No empate em 1 a 1 com Marrocos na estreia, ficou no banco. Contra o Haiti, a Escócia entrou nos últimos minutos e na vitória sobre o Japão atuou por todo o segundo tempo, substituindo Paquetá, lesionado. Apesar da pouca minutagem, o jogador ressaltou a tranquilidade passada pelo treinador para os momentos em que ele entrar em campo:

“Na minha primeira temporada com o Mister no Real Madrid, eu joguei muito. Eram poucos minutos, mas eu entrava em praticamente todos os jogos e ele [Ancelotti] sempre dizia: ‘Fica tranquilo que a sua hora vai chegar.’ Na Copa do Rei, ele me colocou mais vezes como titular e pude ajudar com gols”, afirmou.

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“Sempre fiquei tranquilo porque o Mister é um dos treinadores mais vitoriosos do mundo e sabe muito bem o que fazer. Ficou claro no último jogo: quem veio do banco e fez o gol foi o Martinelli. O Mister sempre fará o melhor para a equipe e eu sigo os conselhos dele e do staff.”

Centroavante de origem, Endrick também atuou pelo lado direito do ataque no último semestre, em que foi emprestado do Real Madrid para o Lyon, da França, e pode contribuir com a versatilidade também na seleção.

“Eu pude ajudar muito a equipe [do Lyon] jogando como camisa nove, aberto pela direita ou como falso nove. O Mister conhece muito bem minhas qualidades e características porque passamos um ano juntos no Real Madrid. Ele sabe como posso contribuir, assim como sabe sobre o Igor Thiago e o Matheus Cunha.

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No jogo contra o Japão, substituiu Paquetá, meio-campista, mas formou uma linha de quatro atacantes junto de Vinícius Jr., Matheus Cunha (depois Gabriel Martinelli) e Rayan.

“Como sempre digo, ele não vai fazer o que é melhor para o Endrick ou para o Matheus, mas sim o que for melhor para a equipe. Ele não tem medo, faz o que pensa e as coisas acontecem. Parece que ele é iluminado; tudo o que ele faz dá certo. Todos os jogadores estão seguindo o plano dele. Quando ele me pedir algo, eu vou fazer sem olhar para trás”, concluiu o jogador.

No domingo, 2, Endrick será um dos jogadores disponíveis para enfrentar a Noruega pela fase de 16 avos de final contra a Noruega. O jogo será no estádio de Nova York e Nova Jersey, às 17h (horário de Brasília).

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