Filho de ex-deputado acusado de matar casal vai a júri com acesso restrito em MT
01 de Julho de 2026, 23:14
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Júri de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi agendado para julho, 3 anos após crime O Tribunal do Júri que vai julgar Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado de feminicídio contra Thays Machado e homicídio contra William César Moreno, será realizado na terça-feira (7), às 9h, no Plenário do Fórum da Comarca de Cuiabá, com acesso restrito a pessoas diretamente envolvidas no processo. A decisão foi determinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, que atendeu a um pedido da defesa, já que o caso tramita em segredo de justiça. Segundo o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), não haverá acesso da imprensa ao plenário durante o julgamento. As informações oficiais serão divulgadas pela assessoria do gabinete da magistrada e repassadas à imprensa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Carlos Alberto Gomes Bezerra é acusado de premeditar e assassinar a ex dele, Thays Machado, de 44 anos, e do namorado dela TV Centro América Relembre o caso Carlos Alberto Gomes Bezerra, filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra (MDB), foi indiciado pela Polícia Civil por assassinar a tiros Thays Machado, de 44 anos, e William César Moreno, de 30, em Cuiabá. Ele responde por feminicídio, já que a vítima era ex-companheira dele. O crime ocorreu em 18 de janeiro, de 2023, no bairro Alvorada. Thays havia registrado boletim de ocorrência contra o suspeito no mesmo dia do assassinato. Ele teria aguardado a saída do casal em frente ao prédio onde a vítima visitava a mãe e efetuado os disparos ao se aproximar de carro. Thays Machado foi assassinada a tiros pelo ex companheiro Redes sociais As investigações apontam ainda que o acusado monitorava a rotina da ex-namorada. A DHPP encontrou registros de localização, 71 prints com pontos frequentados pela vítima e anotações sobre os sistemas de monitoramento instalados no celular durante o relacionamento. De acordo com o delegado do caso, o acusado teria premeditado o assassinato e agido por ciúmes, motivado pela “emoção de vê-la se relacionando com outro homem”.
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