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Global X lança novos BDRs de ETFs focados em terras raras e inteligência artificial na B3

07 de Julho de 2026, 12:02 7 visualizações
Global X lança novos BDRs de ETFs focados em terras raras e inteligência artificial na B3
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A gestora Global X ETFs anunciou o lançamento de dois novos BDRs de ETFs na B3 voltados a setores considerados estratégicos para a economia global: minerais críticos e infraestrutura para inteligência artificial. Os produtos, chamados EART39 e CHPX39, começam a ser negociados em 17 de julho e permitem que investidores brasileiros tenham exposição internacional a empresas ligadas às cadeias de terras raras, semicondutores e computação quântica.

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O lançamento ocorre em um momento de forte expansão da demanda global por tecnologias relacionadas à transição energética e à inteligência artificial. A eletrificação da economia, o crescimento dos veículos elétricos, dos sistemas de armazenamento de energia e dos data centers têm impulsionado a procura por minerais como lítio, cobre, níquel, cobalto e terras raras. Ao mesmo tempo, o avanço da inteligência artificial generativa vem acelerando os investimentos em chips de alta performance e infraestrutura computacional.

O EART39 replica um índice composto por empresas globais que atuam na exploração, mineração, produção e refino de materiais críticos utilizados em tecnologias emergentes. O portfólio reúne companhias ligadas a dez categorias de minerais estratégicos, incluindo terras raras, lítio, cobre, níquel, grafite, manganês, cobalto, paládio e platina.

Já o CHPX39 acompanha um índice formado por empresas que participam diretamente do ecossistema de inteligência artificial, semicondutores e computação quântica. O ETF reúne fabricantes de GPUs, CPUs, chips de memória, infraestrutura para data centers e companhias que desenvolvem soluções voltadas à computação quântica.

Segundo Flávio Vegas, especialista de Produtos da Global X, os novos ativos buscam aproximar o investidor brasileiro de tendências estruturais que devem ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. “Com o EART39 e o CHPX39 ampliamos o acesso do investidor brasileiro a duas tendências estruturais que estão diretamente conectadas à transformação tecnológica global. De um lado, materiais críticos que sustentam a transição energética e a digitalização da economia. De outro, as empresas responsáveis pela infraestrutura computacional necessária para o avanço da inteligência artificial e da computação quântica”, afirma.

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De acordo com a gestora, ambos os produtos foram desenvolvidos para investidores interessados em estratégias de longo prazo, oferecendo diversificação geográfica e exposição a segmentos especializados do mercado internacional por meio da B3.

Os dois BDRs poderão ser negociados por bancos e corretoras e contam com formadores de mercado para oferecer liquidez durante o pregão. Como qualquer investimento em renda variável, os ativos estão sujeitos às oscilações do mercado, variações cambiais e à maior volatilidade característica de setores específicos da economia.

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