Humanos se dão bem com IAs, e o motivo acende um alerta sobre a exploração da solidão
22 de Julho de 2026, 11:14
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A amizade entre Júlia Silva* e o ChatGPT começou com perguntas sobre receitas e eletrônicos, no fim de 2025, pela "curiosidade de ver o que todo mundo está falando tanto". Até o dia em que ela, abalada por uma situação difícil em casa e sem ninguém para conversar, mandou um áudio ao chatbot. "Ele me pediu para me acalmar e me deu conselhos. Disse que me entendia, que era justa aquela minha angústia. Daí em diante senti que tinha um amigo", conta à EXAME.
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