Início / Idoso dado como morto e que teve sinais vitais i…

Idoso dado como morto e que teve sinais vitais identificados na funerária recebe alta da UTI após um mês internado

16 de Junho de 2026, 13:52 0 visualizações

Idoso dado como morto em hospital apresenta sinais vitais em funerária e é internado O idoso dado como morto na Santa Casa de Presidente Bernardes (SP) e que teve os sinais vitais identificados na funerária completou um mês internado nesta terça-feira (16). Juraci Rosa Alves, de 88 anos, teve o óbito declarado no hospital por ausência de pulsação e batimentos cardíacos e chegou a ser levado para a funerária para ter o corpo velado, quando funcionários da empresa perceberam que ele estava respirando. O idoso segue internado na Santa Casa de Presidente Prudente. O paciente recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no final da tarde desta segunda-feira (15) e foi transferido para a enfermaria. Segundo a unidade, ele permanece sob acompanhamento médico e apresenta estado de saúde estável. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O g1 teve acesso a informações do inquérito policial. Conforme a Polícia Civil, o prontuário médico, previamente analisado, indica que o paciente foi submetido a manobras de reanimação por período superior a uma hora, incluindo três tentativas de intubação orotraqueal, todas sem sucesso. Conforme o registro, ao final das tentativas de reanimação, o paciente foi reavaliado, sendo constatada ausência de pulsos centrais e periféricos, ausência de batimentos cardíacos, pupilas midriáticas e ritmo de assistolia no monitor cardíaco. Idoso dado como morto em hospital apresenta sinais vitais durante preparo do corpo em funerária em Presidente Prudente Arquivo Pessoal/Reprodução Diante desse quadro, foi declarado o óbito, de forma equivocada, às 19h50 em 16 de maio deste ano, com indicação das causas “insuficiência respiratória aguda” e “pneumonite por sólidos” (inflamação nos pulmões causada pela aspiração de alimentos ou substâncias estranhas). ENTENDA O CASO: O que se sabe sobre o caso do idoso dado como morto em hospital e encontrado vivo em funerária no interior de SP Família só descobriu que idoso dado como morto estava vivo ao levar roupa para vestir o corpo para o velório, diz neta Família de idoso dado como morto pensou que ligação informando que ele estava vivo era trote Pouco tempo depois, o homem foi levado à funerária em Presidente Prudente, onde funcionários perceberam que ele estava respirando. Ainda segundo a Polícia Civil, até esta segunda-feira, foram colhidos oito depoimentos ao longo do mês e as investigações seguem em andamento. O inquérito policial encontra-se atualmente em fase de produção de provas orais e aguarda a conclusão dos laudos periciais. A Polícia Civil ressaltou que a oitiva integra procedimento regular de apuração, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias do atendimento médico prestado. Ainda conforme as autoridades, até o momento, não há atribuição de responsabilidade criminal, sendo as informações baseadas nos relatos colhidos e nos elementos técnicos disponíveis. Polícia apreendeu o atestado de óbito, no qual a causa da morte do idoso foi registrada como “insuficiência respiratória” Cedida Médica pediu licença A médica responsável pela declaração de óbito do idoso solicitou licença da Santa Casa de Presidente Bernardes, conforme anunciado no dia 21 de maio. Ela foi ouvida pela polícia quatro dias depois, em 25 de maio. Conforme o depoimento à polícia, a médica contou que o paciente chegou ao hospital por volta das 18h, em uma ambulância municipal de Emilianópolis, em estado grave. Segundo ela, o homem estava inconsciente, em estado grave e apresentando sinais de insuficiência respiratória (falta de ar aguda). A profissional afirmou à polícia que, diante da situação, os primeiros protocolos de emergência foram iniciados imediatamente. Initial plugin text Diante da piora do quadro, a equipe realizou manobras avançadas de suporte à vida, como tentativas de intubação orotraqueal (introdução de um tubo na traqueia para garantir a respiração) e ressuscitação cardiopulmonar (massagem cardíaca). À Polícia Civil, a médica explicou que houve dificuldades técnicas relacionadas ao quadro clínico do paciente, o que impediu o sucesso das três tentativas de intubação. Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Tags: #G1

Veja Também

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Deixe seu Comentário

Os comentários passam por moderação antes de serem publicados.