Imposto do pecado: ideia é manter, em transição, o atual peso de tributos para bebidas alcoólicas e cigarros, diz ministro da Fazenda
19 de Junho de 2026, 16:21
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (19) que não há intenção de adiar a implementação do chamado imposto seletivo, conhecido como "imposto do pecado", previsto para começar em 2027.
Ele adiantou que a ideia é manter a atual carga tributária (peso dos tributos) que existe atualmente, ou seja, sem aumento, em um processo de transição, no qual será feito um debate com os setores afetados.
"Ideia é que pactue com os setores afetados, mantendo a carga tributária hoje eles têm no IPI para que faça a transição, com debate aprimorado na sequência. Proposta tem de ser encaminhada neste ano", disse Durigan, em entrevista ao Jota.
No início deste mês, o Ministério da Fazenda informou ao g1, entretanto, que o objetivo é encarecer, no futuro, os produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente como forma de reduzir o seu consumo.
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