Inteligência artificial escolhe o jogador mais bonito da Copa
A Copa do Mundo ganhou uma disputa inusitada fora dos gramados. Um estudo baseado em inteligência artificial e na chamada proporção áurea — fórmula matemática frequentemente usada para medir simetria e harmonia facial — apontou o argentino Rodrigo De Paul como o jogador mais bonito do Mundial de 2026.
Companheiro de Messi na seleção argentina, o meio-campista superou nomes bastante conhecidos do futebol internacional. Na segunda colocação apareceu o alemão Kai Havertz, seguido pelo inglês Noni Madueke e pelo egípcio Mohamed Salah. A quinta posição ficou com o brasileiro Endrick, único representante do país entre os cinco primeiros colocados.
Segundo o levantamento, De Paul obteve a melhor pontuação ao ter suas características faciais comparadas aos padrões considerados mais próximos da proporção áurea. O estudo destaca o equilíbrio entre mandíbula, maçãs do rosto e demais traços do argentino.
A presença de Endrick chamou atenção não apenas pela colocação, mas também pela idade. Aos 19 anos, o atacante do Real Madrid é o mais jovem integrante do Top 5 e aparece à frente de diversos astros consagrados do futebol mundial.
O ranking também reservou algumas surpresas. Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Kylian Mbappé, que costumam monopolizar listas de popularidade e influência, ficaram fora das primeiras posições. Entre os brasileiros, além de Endrick, apenas o goleiro Alisson aparece entre os 20 mais bem colocados.
Como toda lista que envolve beleza, os resultados certamente provocarão debates. Mas, ao menos para a inteligência artificial, o grande vencedor da Copa da beleza atende pelo nome de Rodrigo De Paul.
A escolha de De Paul ajuda a explicar um fenômeno cada vez mais comum no futebol moderno. Além do desempenho esportivo, jogadores passaram a disputar espaço como celebridades globais, acumulando contratos publicitários, milhões de seguidores nas redes sociais e uma influência que ultrapassa os limites do esporte. Em muitos casos, a imagem pessoal se tornou um ativo tão valioso quanto os títulos conquistados dentro de campo.