Kristen Stewart descreve filme com Wagner Moura como ‘pesadelo’
Kristen Stewart falou sobre a experiência de trabalhar ao lado de Wagner Moura no filme Flesh of the Gods e destacou a conexão criada pelo elenco durante as gravações. Em entrevista à revista francesa Vogue, a atriz definiu o projeto como um “pesadelo” e uma das experiências mais marcantes de sua carreira. “Nós começamos com o roteiro, mas o filme se transformou em uma criação totalmente orgânica em que nossas sensibilidades se entrelaçaram. Fizemos um pesadelo magnífico juntos“, afirmou.
No longa dirigido por Panos Cosmatos, Kristen interpreta Alex, personagem que vive uma relação com Raoul, vivido por Wagner Moura. A trama mistura fantasia, vampiros e elementos de suspense ao acompanhar um casal em uma Los Angeles dos anos 1980. Segundo a atriz, o filme ganhou novos caminhos durante as filmagens e deixou de ser apenas uma adaptação do roteiro para se transformar em uma construção coletiva entre os atores. Kristen afirmou que as sensibilidades do elenco se misturaram ao longo do trabalho.
“É sobre autodescoberta. É uma fantasia, um filme de vampiros, uma história de separação. Tudo isso ao mesmo tempo. É profundamente triste porque encara de frente o que significa estar vivo: a tristeza que isso acarreta, mas também o prazer e a estreita conexão entre os dois. Então, de repente, tudo se transforma em uma forma de transcendência absoluta”, refletiu.
(Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente)
Ela também relembrou o fim das gravações e contou que criou uma forte ligação com a equipe após três meses de convivência. Para Kristen, a experiência reforçou a importância do cinema como espaço de conexão entre artistas. “Lá estava eu, cercada por 35 ou 40 pessoas que se tornaram minhas melhores amigas em três meses, com um sentimento quase sagrado de amor e conexão. A música começou e eu pensei: ‘Meu Deus, eu sou uma raver. É isso, finalmente entendi’. Aos 36 anos, dançando com a minha equipe, totalmente entregue, logo depois de sentir que tinha alcançado um grande marco. Foi extraordinário. Isso me fez querer fazer filmes para o resto da vida”, avaliou.
O filme marca mais um projeto internacional de Wagner Moura, que divide protagonismo com a atriz conhecida por interpretar Bella Swan na franquia Crepúsculo.