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Lula e Trump posam juntos na foto oficial do G7 em meio a tensão por tarifas

16 de Junho de 2026, 13:38 0 visualizações

Foto de família da cúpula do G7 em Evián, na França, em 16 de junho de 2026. Evelyn Hockstein/ Reuters O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) posou em foto nesta terça-feira (16) junto com o presidente norte-americano Donald Trump em meio ao cenário de tensão envolvendo a aplicação de novas tarifas contra o Brasil pelos Estados Unidos (leia mais abaixo). O G7 é um grupo das principais economias ricas do mundo que se reúne para discutir temas globais, como economia, guerra, clima e segurança. É um fórum político (não toma decisões obrigatórias, mas tem muita influência). Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão — além da União Europeia, que participa das reuniões. O Brasil não integra o G7, mas pode ser convidado para reuniões, como aconteceu com Lula na atual cúpula. VEJA GALERIA DE FOTOS Agora no g1 Durante a foto oficial, Lula ficou ao lado do primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz. Atrás do petista estava a líder da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Diferentemente do ano passado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou do chamado "retrato família". Ele ficou ao lado do anfitrião da cúpula, Emmanuel Macron, da França Após a foto, Lula conversou rapidamente com Úrsula von der Leyen ainda no local do retrato. A previsão é que eles tenham uma reunião bilateral ainda nesta terça, às 17h20 no horário local, com a presença do presidente do Conselho Europeu, António Costa. Enquanto Lula e Von der Leyen conversavam, Trump passou pelos dois. Lula e Trump não se cumprimentaram nessa ocasião. Não há informação até a última atualização desta reportagem se os presidentes brasileiro e norte-americanos se falaram na abertura da cúpula. Tensão envolvendo tarifas A tensão entre Brasil e Estados Unidos cresceu após o governo americano concluir uma investigação comercial e propor a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Segundo o relatório do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), o Brasil adotaria práticas consideradas “irrazoáveis” e que prejudicariam empresas americanas — incluindo regras sobre o Pix, políticas ambientais, combate à corrupção e proteção de propriedade intelectual. A medida ainda não entrou em vigor e passa por consultas públicas antes de uma decisão final, prevista para julho. O governo Lula reagiu com críticas, classificou o tratamento como inaceitável e afirmou que o país não pode aceitar medidas unilaterais, o que elevou o tom do conflito entre os dois países. - Esta reportagem está em atualização
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