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Mark Zuckerberg quer a superinteligência da IA disponível para todos no mundo

10 de Agosto de 2026, 19:27 9 visualizações
Mark Zuckerberg quer a superinteligência da IA disponível para todos no mundo

Para Mark Zuckerberg, CEO da Meta, empresa detentora do Facebook, Instagram e Whatsapp, a “superinteligência” que tem sido construída com ajuda da inteligência artificial (IA), deveria estar disponível para todos. Nesta segunda-feira, 10, o CEO publicou através do blog da empresa uma carta em que narra como ele observa o futuro da humanidade perante o avanço da IA. 

Durante o manifesto, o bilionário narra como a humanidade é “afortunada” de viver em um momento histórico em que, nos próximos anos, a superinteligência da IA será utilizada de forma a ultrapassar a capacidade de criação e descoberta dos humanos, seja para “descobrir coisas extraordinárias, construir novos empreendimentos, expressas novas ideias, aprender novos conceitos, evoluir a saúde ou a qualidade de vida”. 

De acordo com o CEO, deve ser discutida uma nova filosofia sobre o uso da IA, e sobre quem terá ou não acesso a ela. Para Zuckerberg, a resposta é simples: todos devem ter acesso à superinteligência da Inteligência Artificial. O bilionário destaca ainda como vê grande parte do discurso sobre o desenvolvimento dos agentes como algo “preenchido por desespero”, e que não entende como alguém poderia acreditar que “a IA vai eliminar a maior parte dos trabalhos”, e que com isso em vista a parte mais relevante da humanidade sairia correndo para “construir esse futuro”. 

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Mark argumenta que “a história da democracia e economia” já mostrou como não há um objetivo simples e direto que responda a todos os desejos de uma “vida perfeita” da humanidade, e que a melhor forma de resolver o problema é ao “deixar que as pessoas decidam por suas próprias vidas”, explica. Por isso, ele conclui que a superinteligência deve ser “para todos”. “Em vez de centralizar a superinteligência, devemos distribuí-la de forma abrangente e dar a todas as pessoas a habilidade de direcioná-la”. 

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Como forma de comprovar, o CEO da Meta apontou algumas situações que, no futuro, acontecerão por causa da superinteligência dos modelos. Segundo ele, os agentes serão extremamente pessoais e ficarão encarregados de cuidar de relacionamentos, saúde, carreira, finanças, entre outros. Além disso, a IA vai possibilitar que novos poderes de criação cheguem à humanidade. “Em breve todos terão superpoderes de invenção”. 

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O longo texto do CEO aborda também os próximos passos da empresa para saírem apenas dos princípios teóricos de Zuckerberg. De acordo com ele, a empresa lançará novos modelos “de peso” abertos , a IA passará a ser oferecida ou gratuitamente ou por preços mais bem definidos e haverá um fundo bilionário para o suporte de comunidades em que existem data centers da Meta.

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