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Menina do Ministério Etrom tem prisão mantida após ataques racistas

14 de Agosto de 2026, 19:17 8 visualizações
Menina do Ministério Etrom tem prisão mantida após ataques racistas

Lusimar Augustinho da Silva, 55 anos, a infame Menina do Ministério Etrom, teve a prisão em flagrante convertida para preventiva pela Justiça do Distrito Federal (TJDFT) no final da tarde desta sexta-feira (14/8). Ela foi presa na quinta-feira (13/8) após direcionar ofensas racistas a funcionários de um hotel em Brasília (DF).

De acordo com a coluna Na Mira, do Metrópoles, a Menina teria registrado em vídeo e depois compartilhado nas redes sociais quando direcionou ataques aos profissionais do empreendimento na Asa Norte. Esta teria sido a segunda vez em dois dias que ela ofendeu os funcionários do local.

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5 imagens
Blog tinha conteúdo de defesa do grupo racista KKK
Polícia recolheu imagens para tentar localizar Lusimar em Porto Alegre (RS)
Lusimar fugiu de um hospital psiquiátrico em 2007
Lusimar é famosa nas redes sociais e responde a vários processos pelo Brasil
Conhecida na internet, Lusimar é acusada de racismo e ameaça
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Conhecida na internet, Lusimar é acusada de racismo e ameaça

Blog tinha conteúdo de defesa do grupo racista KKK
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Polícia recolheu imagens para tentar localizar Lusimar em Porto Alegre (RS)
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Lusimar fugiu de um hospital psiquiátrico em 2007
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Lusimar fugiu de um hospital psiquiátrico em 2007

Montagem/ Metrópoles
Lusimar é famosa nas redes sociais e responde a vários processos pelo Brasil
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Lusimar é famosa nas redes sociais e responde a vários processos pelo Brasil

Arte/ Metrópoles

Esta não é a primeira vez que Lusimar foi alvo de investigações das autoridades do Distrito Federal. Em novembro de 2025, ela disparou ofensas racistas contra um segurança de um hotel em São Paulo e foi denunciada pelo Ministério Público por racismo.

Quem é a Menina do Ministério Etrom

Lusimar Augustinho da Silva é natural de Montes Claros de Goiás e passou a infância na igreja, sendo criada pelos avós após perder os pais. Depois de atritos com os familiares, ela fugiu de um hospital psiquiátrico e foi dada como desaparecida pela avó.

Tempos depois, ela se mudou para o Distrito Federal e passou a ser chamada como “A Menina do Ministério Etrom” (morte ao contrário). Registros dela caminhando pelas ruas da capital federal passaram a viralizar nas redes sociais e conquistar seguidores com falas desconexas e ataques.

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