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O grau de escolaridade dos jogadores da seleção brasileira na Copa

18 de Junho de 2026, 10:00 0 visualizações
O grau de escolaridade dos jogadores da seleção brasileira na Copa

A seleção dos Estados Unidos estreou na Copa do Mundo contou com uma defesa “graduada”. O goleiro Matt Freese é o primeiro jogador formado na Universidade de Harvard a participar da competição. Mas ele não é o único que disputou um Mundial formado no ensino superior. No passado, nomes como Sócrates e Tostão acumularam números no futebol e boas notas na faculdade.

Entre os 26 convocados por Carlo Ancelotti para defender o Brasil no Mundial, poucos têm informações públicas sobre a conclusão do ensino médio ou passagem por universidades. A CBF e os clubes costumam divulgar dados de carreira, posição, idade, títulos e estatísticas, mas raramente detalham a formação escolar dos atletas.

Neymar, 34 anos, aparece como um dos jogadores que não concluíram o ensino médio. Segundo a Folha de S.Paulo, em levantamento feito com a seleção olímpica de 2016, o atacante parou no terceiro ano. No mesmo levantamento, Marquinhos, 32, foi registrado com ensino médio completo, enquanto Douglas Santos, 32, não teria chegado ao ensino médio.

Há também casos de jogadores que se aproximaram do ensino superior. Weverton, 38, foi citado em 2021 como aluno do curso de Gestão Financeira na FAM (Faculdade das Américas), em uma ação de patrocínio do Palmeiras. Já Danilo, 34, afirmou em entrevistas que pretende cursar Psicologia e que começou Jornalismo na modalidade EAD. Não há, porém, confirmação pública de graduação concluída por eles.

Entre os mais jovens, Endrick, 19, ainda tentava conciliar escola e futebol em 2023, quando estava no segundo ano do ensino médio e já se preparava para a mudança ao Real Madrid. Para a maioria dos demais convocados, incluindo nomes como Vini Jr., 25, Casemiro, 34, Raphinha, 29, Alisson, 33, e Bruno Guimarães, 28, não há dados de conclusão escolar ou faculdade. A CBF não fornece dados sobre a formação da carreira dos atletas.

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Exemplos para milhões de jovens, os jogadores poderiam também ser força de engajamento no estudo. Muitos deles deixam a escola em segundo plano quando começam a despontar no esporte, o que acaba atrasando ou paralisando em definitivo o planejamento escolar. Depois que se tornam requisitados por clubes, dificilmente voltam aos livros.

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