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O pré-candidato à Presidência que mais faz sucesso nas redes sociais, segundo pesquisa

29 de Junho de 2026, 13:46 0 visualizações
O pré-candidato à Presidência que mais faz sucesso nas redes sociais, segundo pesquisa

Uma medição do Sistema Analítico Bites divulgada neste domingo, 28, mostrou que Renan Santos (Missão) é quem mais tem feito sucesso entre os pré-candidatos à Presidência nas redes sociais. A pesquisa acompanhou as publicações nos perfis oficiais dos sete principais presidenciáveis no Instagram, Facebook, X (antigo Twitter) e TikTok entre 1° de janeiro a 28 de junho. Ao todo, eles produziram 12.669 posts e registraram 384,5 milhões de interações.

A disputa digital, segundo o levantamento, é controlado por quatro pré-candidatos: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o empresário Renan Santos (Missão). Lula e Flávio concentram 66% do volume de postagens. Renan, por sua vez, conquistou 106.812 perfis, um número 1,4 vezes maior que a soma dos novos seguidores de todos os pré-candidatos no período e 32 vezes acima do que Zema conseguiu angariar. É o fenômeno das redes.

“A batalha digital está se afunilando entre Flávio, Lula e Renan. O ímpeto inicial de Zema na onda de críticas ao STF parece que está se esgotando”, disse o relatório da Bites.

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A análise também mostra que o debate é dominado por Política, com 3.471 posts (13,3% do total), e Segurança, com 3.434 (13,2%). Juntos, os assuntos representam mais de um quarto do número total de publicações. Na sequência do ranking, está Desenvolvimento Regional (6,8%), Economia (6,4%) e Família (6,1%). Embora Política e Segurança mobilizem os presidenciáveis, o eleitorado interage e repercute mais as chamadas pautas de nicho, como Religião (45.501),  Direitos Humanos (44.791), Agricultura (43.875), Família (40.795) e Cultura (40.635).

“Esse desenho indica uma agenda concentrada: a disputa discursiva se organiza, sobretudo, no eixo da segurança pública e da política institucional, enquanto temas tradicionalmente sensíveis ao eleitor, como saúde e educação, recebem investimento comparativamente baixo de conteúdo”, acrescentou a Bites em comunicado.

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