Para os CMOs, o legado pós-Copa desenha um cenário de patrocínio complexo e pulverizado
NOVA JERSEY — Assim que a taça da Copa do Mundo de 2026 for erguida neste domingo, 19, os executivos de marketing das marcas associadas iniciam uma corrida contra o tempo para extrair o valor máximo desse período de alta visibilidade. Esta edição, que projeta receitas totais superiores a US$ 10,9 bilhões para a FIFA, aumento de 56% em relação ao ciclo de 2022, provou ser a mais lucrativa da história, com investimentos em patrocínios superando a marca de US$ 2,8 bilhões. Gigantes como Adidas, Coca-Cola, Visa, Hyundai e Aramco pagam mais de US$ 100 milhões cada por temporada.
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