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PF mira Rodrigo Bacellar, Adilsinho e pastor Márcio Poncio em operação no Rio

02 de Julho de 2026, 11:35 0 visualizações
PF mira Rodrigo Bacellar, Adilsinho e pastor Márcio Poncio em operação no Rio

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira, 2, a quinta fase da Operação Unha e Carne, que investigava, no início, um suposto esquema de vazamento de informações sigilosas sobre ações policiais contra o Comando Vermelho (CV). Entre os alvos da operação estão o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar, o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e o pastor Márcio Poncio.

Ao todo, os policiais cumprem três mandados de prisão e 14 de busca e apreensão, expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a PF, o objetivo da nova fase é aprofundar as investigações sobre lavagem de dinheiro praticados pelo CV.

Poncio foi detido em um flat na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, enquanto Bacellar, que já está preso, será transferido do Complexo Penitenciário de Bangu, em Gericinó, para um presídio federal.

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Cúpula do jogo do bicho

Segundo a PF, esta etapa “busca aprofundar a apuração de indícios de lavagem de dinheiro praticada pelo ‘capo’ da nova cúpula do jogo do bicho (Adilsinho) e possível ramificação do esquema junto a integrantes dos poderes Executivo e Legislativo do RJ”.

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A quinta fase da operação teve origem depois que os policiais encontraram listas com os contraventores que continham supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e contabilidade ligada a lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal irá analisar os documentos apreendidos para rastrear o fluxo dos recursos e identificar possíveis beneficiários, intermediários e operadores do esquema.

Informações sigilosas

A Operação Unha e Carne foi iniciada no ano passado para apurar uma suposta estrutura responsável por repassar informações sigilosas sobre operações contra o Comando Vermelho, comprometendo ações policiais e favorecendo integrantes da organização criminosa.

Segundo a PF, os vazamentos teriam permitido a destruição ou ocultação de provas.

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