Sanções de Trump a pessoas e empresas supostamente ligadas ao PCC bombam nas redes
Foi grande a repercussão nas redes sociais sobre a decisão do Departamento de Tesouro dos Estados Unidos de sancionar dois brasileiros e três empresas do Brasil supostamente ligados ao PCC.
Levantamento da Nexus mostra que o engajamento no X, no Instagram e no Facebook sobre o tema foi regado a debates intensos e chegou a 362 mil interações entre 9h de quinta-feira e 9h de hoje.
Mais cedo, a PF deflagrou a Operação Exchange e prendeu Stella Stefanie, secretária que havia acabado de sofrer as sanções norte-americanas sob a acusação de integrar uma rede de apoio financeiro à facção.
Nas redes sociais, lideranças da oposição e perfis de direita aproveitaram a oportunidade para fazer pesadas associações políticas, buscando afetar principalmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os conservadores comemoraram as sanções, classificando-as como um “socorro necessário” .
Por outro lado, aliados de Lula acusaram os adversários do petista de usarem o tema de forma oportunista e eleitoreira.
A análise amostral da Nexus no X reuniu 34 mil menções em português ao tema, feitas por cerca de 14 mil usuários únicos. Estes discursos em torno das ações americanas focadas no PCC e CV atingem um alcance estimado em 1,5 milhão de impressões, além de um engajamento aproximado de 147 mil interações.
No Facebook e no Instagram, outra amostra com 900 menções em português ao assunto, feitas no mesmo período, contabiliza cerca de 215 mil interações.