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Stalking: dupla incendeia casa e diz ser do PCC para ameaçar vítima

27 de Junho de 2026, 14:21 0 visualizações

Dois homens foram presos nessa sexta-feira (26/6) por suspeita de incendiar e destruir a casa de uma família em Iporanga, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos perseguiam e ameaçavam um dos donos da casa, inclusive chegaram a pichar paredes de forma intimidatória com frases em alusão à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Um vídeo mostra um pouco do drama da família da vítima. Veja:

As imagens cedidas ao Metrópoles foram gravadas por uma mulher a qual diz ser avó do alvo principal dos suspeitos. No vídeo, é possível ver que o imóvel está totalmente destruído. Em seguida, a mulher lamenta e questiona o motivo de terem cometido o dano.

“Meu Pai do céu, que maldade. Ó, meu filho, queimaram tudo sua casinha, que tanto trabalho deu para a vovó fazer, meu filho. Queimaram tudo”, diz ela em um trecho da filmagem.

A idosa também destaca que crianças foram afetadas pelo crime: “Ô Meu Deus, que maldade fizeram com essas crianças, dos meus netinhos…”, encerra a gravação.

Segundo a Polícia Civil, as prisões dos suspeitos são preventivas. Os homens foram encontrados na zona rural do município. A Justiça também expediu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.

A polícia apurou que ambos os presos perseguiam uma família – a prática criminosa é conhecida como “stalking”. De acordo com a investigação, os homens, cujas identidades não foram divulgadas, ameaçavam as vítimas com frequência. O motivo para os crimes era intimidar as vítimas. Contudo, a polícia não especificou qual objetivo final dos suspeitos.

Em uma ocasião, a dupla invadiu o terreno das vítimas e ateou fogo na casa, que fica localizada na Rodovia Antônio Honório da Silva e Rodovia Expedito José Marazzi (SP-165). A data do incêndio criminoso também não foi descrita pela polícia.

Os presos foram conduzidos à Delegacia de Iporanga, no Vale do Ribeira, e, depois, irão para um centro de detenção provisória (CDP) na região.

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