Suspeito diz que não havia funções fixas para checar salto que matou jovem
15 de Junho de 2026, 00:00
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Um dos três instrutores presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21, durante um salto de rope jump, afirmou à Polícia Civil que os funcionários não tinham funções fixas para a checagem de segurança das atividades. A jovem caiu de aproximadamente 40 metros de altura depois de ter sido lançada de uma plataforma sem estar presa a uma corda em Limeira, no interior de São Paulo.