Um cartão amarelo e R$ 30 milhões: CEO do Grupo HDI explica inusitada aposta da Yelum
Enquanto o placar da Neo Química Arena insistia em marcar um tenso zero a zero entre Corinthians e Athletico-PR na noite da última quinta-feira, 30, pelo Brasileirão, que inaugurou formato de publicidade nos cartões amarelos, a torcida de Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI, seguia um roteiro bem sutil em relação ao restante do estádio. Se os quase 40 mil presentes clamavam por gols ou reclamavam das faltas, o CEO guardava, mesmo que de forma discreta, a expectativa para que o árbitro tirasse logo o cartão do bolso e desse início na exibição da marca. Embora o executivo brinque que a torcida nunca é por mais punições em campo, a estreia oficial de uma das sacadas de marketing mais comentadas e criticadas do futebol brasileiro recente pedia um bom batismo visual.
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