A ‘censura’ da Fifa que virou piada entre marcas durante a Copa do Mundo
A ‘censura’ praticada pela Fifa nos estádios da Copa do Mundo de 2026 se tornou uma oportunidade de marketing para muitas marcas. A regra determina que logotipos de empresas que não são patrocinadoras oficiais do torneio sejam renomeados, retirados ou escondidos — em muitos casos, cobertos com panos ou fitas adesivas.
A política de “estádio limpo” foi aplicada a diversos elementos presentes nas arenas, incluindo os nomes comerciais dos estádios, placas de sinalização, máquinas de pagamento e até embalagens de produtos vendidos ao público.
Diante disso, muitas empresas apostaram na força de suas identidades visuais para mostrar que continuam sendo reconhecidas mesmo sem exibir seus logotipos oficiais. Marcas como Heinz, Levi’s, Beats by Dre, Hellmann’s e Gillette lançaram campanhas explorando justamente essa ideia.
A medida teve impacto direto sobre a maioria das arenas do Mundial. Dos 16 estádios que receberão jogos, 15 possuem acordos de naming rights e precisaram adaptar ou ocultar elementos ligados às marcas parceiras.
A exceção foi o Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, que obteve permissão para manter seu logotipo visível após a Fifa considerar que uma eventual remoção poderia gerar custos elevados e riscos à estrutura do local.