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Professora vítima de feminicídio em MT era premiada por excelência na alfabetização

01 de Julho de 2026, 00:54 0 visualizações

Professora Adélia Cristina de Oliveira Batista, vítima de feminicídio, era premiada na alfabetização em MT. Reprodução A professora da rede municipal Adélia Cristina de Oliveira Batista, de 49 anos, encontrada morta na segunda-feira (29) em uma represa na comunidade São Lourenço, zona rural de Castanheira (MT), era reconhecida pelo trabalho na educação, foi premiada pelo desempenho na alfabetização de estudantes e estava prestes a se aposentar. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio, e o principal suspeito é o namorado da vítima, Joel Laureano Ferreira, de 46 anos. Em 2023, a professora recebeu o prêmio Alfabetiza MT, concedido pelo desempenho alcançado com uma turma do 2º ano. O reconhecimento destacou os resultados obtidos na alfabetização dos alunos e o trabalho desenvolvido em sala de aula. Servidora da rede municipal, Adélia dedicou cerca de 33 anos à educação pública. Ela atuava na Escola Municipal José de Alencar, no Vale do Seringal, onde lecionava para uma turma multisseriada de 3º e 4º anos e era reconhecida pela dedicação ao ensino. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Segundo a Secretaria Municipal de Educação, Adélia iniciou a carreira ainda muito jovem e ao longo de mais de três décadas de atuação, tornou-se referência na comunidade escolar pela dedicação à educação e à formação de crianças. O caso Segundo a polícia, Adélia Cristina apresentava lesões pelo corpo. Após os primeiros levantamentos, o suspeito foi identificado e passou a ser procurado pelas equipes. Joel Laureano chegou a ser localizado por policiais da Delegacia de Juína, mas reagiu à abordagem e fugiu para uma área de mata. Desde então, as buscas continuam na região. Na residência do suspeito, os policiais apreenderam roupas, botinas e um pedaço de corda com indícios de sangue. O material foi encaminhado para perícia e deve auxiliar nas investigações. A Polícia Civil segue apurando o caso.
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