Haddad anuncia Márcio França como vice na chapa que disputará o governo de SP em outubro
25 de Junho de 2026, 15:13
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O pré-candidato do PT ao governo de SP, Fernando Haddad, e o ex-governador Márcio França (PSB). Divulgação/PR O pré-candidato do PT ao governo de SP, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira (25) que o ex-governador Márcio França (PSB) será o vice na chapa que vai disputar o Palácio dos Bandeirantes em outubro. O anúncio foi feito um dia depois que Haddad se encontrou com o presidente Lula (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) em Brasília, para traçar estratégias para a campanha deste ano no estado. Após o encontro ocorrido antes do jogo da Seleção Brasileira, Haddad já havia anunciado que Lula e Alckmin deixou em suas mãos a decisão de escolha do vice. Na mesma reunião, o ex-ministro da Fazenda havia afirmado que os ex-ministros Márcio França (PSB), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) haviam se colocado à disposição para compor a chama que vai disputar o governo paulista. Com a decisão, fica também definido que Tebet e Marina serão candidatas ao Senado. Quem é Márcio França? Márcio França, ex-ministro das Micro e Pequenas Empresas Fábio Tito/g1 Márcio Luiz França Gomes tem 63 anos e é advogado, ex-governador de São Paulo, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) desde 1988. Nascido em 1963, em São Vicente, no litoral de São Paulo, foi prefeito de sua cidade natal por dois mandatos, até ser eleito deputado federal pela primeira vez em 2006. No pleito de 2014, foi vice de chapa do então governador Geraldo Alckmin (então no PSDB, hoje PSB), tendo assumido o Palácio dos Bandeirantes em abril de 2018, quando Alckmin disputou a presidência da República. Naquele ano, França tentou a reeleição mas perdeu no 2° turno para o eleito João Doria, então no PSDB. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele ocupou os Ministério de Portos e Aeroportos em 2023 e, depois, assumiu o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Em abril de 2026, deixou o ministério para disputar as eleições deste ano, que acontece em outubro.
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